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GRAÇA MORAIS, Serigrafia sobre papel

Online Auction - 12 of May at 15:30 to 26 of May at 22:00
0018

GRAÇA MORAIS, Serigrafia sobre papel

€ 160

GRAÇA MORAIS (n. 1948)
S/ Título
Serigrafia sobre papel
Assinada, 2018, edição n.º 41/99 - Edição da Cooperativa Árvore
Dimensão: 26 x 31 cm.

Nota da autora sobre a obra: "Esta serigrafia é feita a partir de uma obra original feita em 2017 que se insere na série As Metamorfoses da Humanidade de Graça Morais, exposta em 2018 no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais em Bragança, e posteriormente em 2019 no Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado em Lisboa e no Museu Nacional Soares dos Reis no Porto.

Da exposição no MNAC, os curadores Jorge da Costa e Emília Ferreira (diretora MNAC), escreveram o seguinte enquadramento sobre a obra no seu conjunto.

"Um conjunto de mais de oito dezenas de desenhos e pintura sobre papel compõe a exposição Metamorfoses da Humanidade, da pintora Graça Morais. Reflectindo sobre as múltiplas faces da natureza humana, com as suas fragilidades e as suas aterrorizadoras atitudes predatórias, estes desenhos recentes de Graça Morais (realizados em 2018) oferecem-nos, como num espelho quebrado, os múltiplos reflexos dos nossos muitos medos quotidianos: a guerra, a exclusão, a perda absoluta, a fome, a morte. Em cada um dos trabalhos apresentados, como se em pequenos pedaços de um mundo estilhaçado, reconhecemos emoções que nos são íntimas. A voragem, a capacidade de destruir, a vontade de recusar ao outro a sua humanidade e dignidade, ou o desejo de domínio — tudo isso lá está. Mas não apenas isso. À parte o sofrimento das vítimas, também aí representadas, na sua silenciosa e derradeira resistência, na sua resiliente exigência de dignidade, desponta nestes trabalhos o teimoso caminho para a esperança. A empatia pelas vítimas, a capacidade de dar voz a quem a não tem, sente-se e ouve-se nestes trabalhos que mostram, como com uma lupa, as grandes tensões do nosso tempo, condensadas em imagens perturbadoras e tocantes."


SOBRE A QUARENTENA SOLIDÁRIA
Portugal e o mundo vivem um momento único, que nos trouxe o desafio de vivermos temporariamente em isolamento.

Infelizmente esta é a realidade de muitas pessoas com deficiência neste país, que vivem em isolamento permanente.

Para ajudar estas pessoas com deficiência, consideradas igualmente publico de risco nesta fase pandémica e não têm qualquer apoio domiciliário, a Associação Salvador criou a iniciativa "Quarentena Solidária".

Assim, o valor da venda desta obra de arte será 100% doada para apoiar as pessoas com deficiência motora, através da nossa resposta de apoio domiciliário, que se traduz no apoio com a entrega de cabazes com bens alimentares de primeira necessidade, bem como, num acompanhamento e monitorização do seu estado de saúde física e psicológica, podendo em alguns casos permitir igualmente a oferta de equipamento como rampas ou plataformas nas respetivas habitações de modo a poderem ter uma maior autonomia e qualidade de vida.

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About the author

GRAÇA MORAIS (n. 1948)

Nasceu em Vieiro, Trás-os-Montes, em 1948. Concluiu o Curso Superior de Pintura na ESBAP em 1971. Actualmente reside e tem o seu atelier em Trás-os-Montes e em Lisboa. Entre os anos de 1976 a 79 vive em Paris, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. É membro da Academia Nacional de Belas Artes e de diversas associações, confrarias e fundações culturais. Foi agraciada com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, pelo Presidente Dr. Jorge Sampaio.

Recebeu, entre outros, o Prémio de Artes-Casino da Póvoa, 2011 e o Prémio de Pintura da Academia Nacional de Belas Artes, em 2013. Em 2015 foi homenageada pelo Plast&Cine em Bragança. Em 2016, a pintora Graça Morais foi galardoada com o prémio ‘Obra de Vida’ dos Prémios SOS Azulejo 2015. Em 2017 recebeu a Medalha de Mérito Cultural e Científico, Grau Ouro, de Vila Nova de Gaia. Em 2018 recebeu a Medalha de Honra do Instituto Politécnico de Bragança (IPB).

Desde 1974 até 2020 realiza e participa em mais de uma centena de exposições individuais e colectivas, dentro e fora do País, tendo apresentado em 2017 as exposições: Ressonâncias: da voz e dos ecos, na Fundação Champalimaud, em Lisboa; La Violence et la Grâce, na Fondation Calouste Gulbenkian em Paris onde também decorreu o colóquio internacional O Mito e a Metamorfose que reuniu uma vintena de especialistas da obra da pintora, em parceria com o Centre de Recherche sur les pays Lusophones, CREPAL, Université Sorbonne Nouvelle – Paris 3, com curadoria de Helena de Freitas e Ana Marques Gastão. De destaque ainda, a exposição Humanidade em 2018 no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais em Bragança e Metamorfoses da Humanidade em 2019 no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado em Lisboa e no Museu Nacional Soares dos Reis no Porto.

Em 2008 foi inaugurado o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais em Bragança, com uma exposição de obras da Artista, representativas das várias séries entre 1982 e 2005, comissariada por João Fernandes.

Desde 2008 o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais (CACGM) em Bragança, tem apresentado de forma permanente e continuada diversas exposições da artista comissariadas pelo seu director Jorge da Costa.

Em Julho de 2018, na celebração do 10º aniversário do CACGM, foi criado o Laboratório de Artes na Montanha - Graça Morais (LAM-GM) que visa promover novas oportunidades para actividades de ensino e investigação baseada na prática na área das artes no contexto de montanha, assim como estimulando novas centralidades de intervenção científica e cultural de relevância internacional, tendo por base a inventariação e criação de um centro de documentação sobre a obra da pintora Graça Morais, assim como desenvolver um serviço de educação associado ao Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em parceria com o Instituto Politécnico de Bragança, Fundação para a Ciência e a Tecnologia, Câmara Municipal de Bragança e a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Em 1993 criou a cenografia para as peças Os Biombos, de Jean Genet, no Teatro Experimental de Cascais, e em 1995, a cenografia e figurinos para Ricardo II, de William Shakespeare, no Teatro Nacional D. Maria II em Lisboa, ambas encenadas por Carlos Avillez.

A vida e obra de Graça Morais foram objecto dos documentários As Escolhidas (1997) de Margarida Gil, Na Cabeça de uma Mulher está a História de uma Aldeia (1999) de Joana Morais e Graça Morais e os Escritores(2017) de Luís Alves de Matos. Em 2011 Joana Providência coreografou Terra Quente Terra Fria criado a partir da obra da pintora. Em 2015 o Teatro da Garagem estreou a peça Graça: Suite Teatral em Três Movimentos a partir de textos de Graça Morais e António Tabucchi, encenada por Carlos J. Pessoa.

Foram executadas várias obras da pintora pela Manufactura de Tapeçarias de Portalegre que se encontram expostas na Assembleia da República Portuguesa, Câmara Municipal de Lisboa, Universidade Técnica de Lisboa, Montepio Geral (Lisboa), Pousada de São Bartolomeu (Bragança) e na Fundação Mário Soares.

Ilustrou e colaborou com poetas e escritores, como: José Saramago; Sophia de Mello Breyner Andresen; Agustina Bessa-Luís; Miguel Torga; Pedro Tamen; António Alçada Baptista; Manuel António Pina; Nuno Júdice; Clara Pinto Correia; José Fernandes Fafe; António Osório; Ana Marques Gastão; José Carlos de Vasconcelos, Valter Hugo Mãe, entre outros.

Foram escritas monografias, textos críticos e literários, por: António Mega Ferreira; Fernando de Azevedo; Egídio Álvaro; Fernando Pernes; Vasco Graça Moura, Sílvia Chicó; Rui Mário Gonçalves; Lídia Jorge; Manuel Hermínio Monteiro; Eduardo Lourenço; Maria Velho da Costa; João Pinharanda; José Manuel dos Santos; Bernardo Pinto de Almeida; António Carlos Carvalho; Bruno Musatti; Frederico Moraes; Maria João Fernandes; Ruth Rosengarten; Cristina Tavares Azevedo; José Viale-Moutinho; João Fernandes; Jorge da Costa; Laura Castro; António Tabucchi; Guilherme D’Oliveira Martins; Helena de Freitas; Ana Marques Gastão, entre outros.

Intervenções artísticas em painéis de azulejos no Edifício sede da Caixa Geral de Depósitos (Lisboa), na Estação de Bielorrússia do Metropolitano de Moscovo, na estação de comboios do Fogueteiro (Seixal) e na Estação de Metropolitano da Amadora – Falagueira. Painéis de azulejos no Mercado Municipal de Bragança, no Teatro Municipal de Bragança, na Caixa de Crédito Agrícola de Bragança, na Escola Miguel Torga em Bragança, na Clínica de hemodiálise em Mirandela, nas Escolas Monsenhor Jerónimo do Amaral (Vila Real) e na Biblioteca Municipal de Carrazeda de Ansiães. Destacam-se ainda os painéis em azulejo no Viaduto de Rinchoa/Rio de Mouro, no Centro de Astrofísica e Planetário do Porto e na Central Hidroeléctrica de Vilar de Frades (Vieira do Minho).

Graça Morais está representada em várias colecções privadas e públicas: Assembleia da República, Millennium BCP, Banco Espírito Santo, Banco Português de Negócios, Culturgest, Co

 
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